quarta-feira, 28 de abril de 2021

OS NOVOS CARROS FABRICADOS NA ARGENTINA CAUSA INVEJA AO BRASIL

 

inveja

Como a grama do vizinho é mais verde, esses carros legais vendidos na Argentina provam que o mercado brasileiro poderia ser mais emocionante
Ranger Raptor [divulgação]
Ranger Raptor [divulgação]

Argentina e Brasil compartilham diversos carros e alguns costumes. Boa parte dos modelos vendidos lá no país vizinho são feitos aqui, enquanto quase todas as caminhonetes que rodam nas fazendas brasileiras tem passaporte argentino. Contudo, nem sempre o nosso mercado tem carros legais como os deles.

Entre carros legais que já foram vendidos no Brasil, mas depois descartados, passando até por versões mais interessantes de modelos vendidos por aqui, a Argentina tem uma rica cultura automotiva. Conheça alguns exemplos que nos deixam com inveja

Volkswagen Golf

Apesar de ter sido produzido no Brasil e ser uma das grandes referências quanto a hatches médios, o Volkswagen Golf já não está entre nós. Por outro lado, lá na Argentina ele segue firme e forte. Enquanto em nosso país ele foi reduzido a carro de locadora em suas últimas unidades na versão GTE.

Por lá ele é oferecido nas versões Highline com motor 1.4 TSI de 150 cv ou a variante esportiva GTI com motor 2.0 TSI de 230 cv. Ambos usam câmbio de dupla embreagem, mas a relação de marchas é diferente: seis no GTI e sete  no Highline.

Chevrolet Cruze Sport6 manual

Enquanto aqui no Brasil a rejeição ao segmento de hatches médios e ao câmbio manual é gigantesca, lá na Argentina não é bem assim que a banda toca. Prova disso é que o Chevrolet Cruze Sport6, lá chamado apenas de Cruze 5, tem uma versão de entrada com câmbio manual.

Enquanto a versão Premier é idêntica à oferecida no Brasil, o Cruze hatch LT vem com transmissão manual de seis marchas. É uma interessantíssima combinação com o motor 1.4 quatro cilindros turbo de 153 cv. Pena que o brasileiro não gosta desse tipo de carro e só quer saber de SUVs automáticos.

Fiat 500 (e família)

U dos Fiat mais icônicos da história é, sem dúvida, além do Uno, o pequenino 500. Ele foi vendido aqui no Brasil por um tempo, sendo em duas fases: quando vinha importado da Polônia e depois do México. Fez um relativo sucesso, mas a Fiat desistiu dele. Mas não na Argentina.

Por lá ele tem o 500 regular, a versão conversível, como tivemos, mas duas variantes que nos fazem ter verdadeira inveja. O esportivo 500 Abarth ainda está à venda na Argentina como 0 km, enquanto por aqui é preciso garimpar no mercado de usados. Já o SUV 500X é um grande destaque uma lamentação da Fiat brasileira por nunca ter produzido ou importado ele para cá.

Ford Ranger Raptor e F-150 Raptor

A linha de modelos da Ford na Argentina é basicamente o dobro da oferecida no Brasil. Tal como nós, eles tem Territory, Ranger e Mustang. Contudo, os vizinhos ainda tem acesso ao SUV Escape (chamado de Kuga), a van Transit (já confirmada para o nosso mercado) e até o Mondeo (Fusion com outro nome e à beira da aposentadoria).

Mas a grande perda para os brasileiros está na linha Raptor. Os argentinos podem comprar a Ford Ranger Raptor, que é proibida por aqui por ser diesel e não levar uma tonelada de carga, além também da gigantesca F-150 Raptor. Até mesmo as versões normais da F-150 estão disponíveis por lá e não por aqui.

Hyundai Veloster

O brasileiro já foi fascinado pelo Veloster, mas a decepção foi grande. Quando a CAOA trouxe o modelo na primeira geração, o equipou com motor 1.6 de HB20 enquanto prometia muito mais potência. Lá na Argentina não foi assim e o cupê de três portas criou uma boa fama.

A Hyundai importa para a terra do alfajor a nova geração nas versões Turbo e até no esportivo N. Elogiadíssimo pela imprensa internacional, o Hyundai Veloster N conta com motor 2.0 turbo quatro cilindros de 250 cv e transmissão manual de seis marchas.

Toyota C-HR

Até hoje a Toyota não tem um SUV compacto no Brasil. E nem prende no próximo ano, já que o Corolla Cross é médio. Mas lá na Argentina, o C-HR é oferecido como SUV de entrada da marca e com bônus de ser híbrido.

É justamente por conta disso que ele nunca veio ao Brasil. Por ter somente motorização híbrida e construção cara, ele ficaria acima dos rivais diretos e não teria a mesma força no segmento. Uma pena, pois é um SUV com visual esportivo e motorização compartilhada com o Corolla e Corolla Cross.

>>Cinco versões legais do Fiat Uno que não tivemos no Brasil

>>Cinco carros da Chevrolet que foram salvos nas reestilizações

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Sobre o autor

João Brigato

João Brigato

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Cientistas descobrem que a Mosca Domestica pode transmitir o Covid19

 Um novo estudo realizado por pesquisadores americanos da Kansas State University e do Agricultural Research Service descobriu de forma alarmante que as moscas domésticas podem transportar o coronavírus SARS-CoV-2 por até 24 horas após a exposição e são vetores de transmissão potenciais do coronavírus SARS-CoV-2!




Sabe-se que as moscas domésticas transmitem doenças bacterianas, parasitárias e virais a humanos e animais como vetores mecânicos. Estudos anteriores demonstraram que as moscas domésticas podem transmitir mecanicamente coronavírus, como o coronavírus de peru; entretanto, o papel da mosca doméstica na transmissão do SARS-CoV-2 não foi explorado até agora. O objetivo do estudo foi investigar o potencial das moscas domésticas para transmitir mecanicamente o SARS-CoV-2.
 
Assim, para este propósito, foi determinado se as moscas domésticas podem adquirir SARS-CoV-2, abrigar vírus vivos e transmitir mecanicamente o vírus a substratos e superfícies ingênuas.
 
Estudos separados foram realizados para abordar os objetivos do estudo. No primeiro estudo, as moscas domésticas foram testadas quanto à infecciosidade após a exposição ao meio contaminado com SARS-CoV-2 ou ao leite. No segundo estudo, as amostras ambientais foram testadas quanto à infecciosidade após o contato com moscas expostas à SARS-CoV-2. Durante os dois estudos, as amostras foram coletadas em vários pontos de tempo pós-exposição e avaliadas por RT-qPCR específico para SARS-CoV-2 e isolamento do vírus.
 
Foi constatado de forma alarmante que todas as moscas expostas à mídia contaminada com SARS-CoV-2 ou substratos de leite foram positivas para RNA viral em 4 he 24 h pós-exposição. O vírus infeccioso foi isolado apenas das moscas expostas ao leite enriquecido com vírus, mas não daquelas expostas ao meio enriquecido com vírus. Além disso, o RNA viral foi detectado em amostras ambientais após o contato com moscas expostas ao SARS-CoV-2, embora nenhum vírus infeccioso tenha sido recuperado dessas amostras.
 
Em condições de laboratório, as moscas domésticas adquiriram e abrigaram o SARS-CoV-2 infeccioso por até 24 horas após a exposição. Além disso, as moscas domésticas foram capazes de transmitir mecanicamente o RNA genômico SARS-CoV-2 para o ambiente circundante até 24 horas após a exposição. Mais estudos são necessários para determinar se a transmissão por mosca doméstica ocorre naturalmente e as implicações potenciais para a saúde pública de tais eventos.
 
Os estudos foram publicados na revista revisada por pares: Parasites & Vectors . https://advances.sciencemag.org/content/early/2021/04/22/sciadv.abg7607
 
O SARS-CoV-2, o vírus que causa a doença coronavírus (COVID-19), se espalha principalmente por meio de gotículas respiratórias expelidas quando uma pessoa infectada espirra, tosse ou fala.
 
Também foi observado que, em alguns casos, as gotículas se transformam em aerossóis e viajam por longas distâncias ou pousam em superfícies, levando à transmissão de contato.
 
A equipe do estudo descobriu que as moscas domésticas podem adquirir e abrigar o SARS-CoV-2 infeccioso por até 24 horas após a exposição

BEWARE! Countries Like Israel, Britain and America Should Not Assume That The Worst Of The COVID-19 Pandemic Is Over, The Worst Is Yet To Come


 
mWhile countries likn, Poland etc are seeing a new surge of COVID 

 
While countries like India, Pakistan, Nepal, Philippines, Brazil, Thailand, Japan, Oman, Poland etc are seeing a new surge of COVID-19 cases, countries like UK, America, Israel and a few other European nations are under the illusion that the worse is over in terms of the COVID-19 pandemic, especially counting on their massive vaccination programmesm
The real bad news is that come around the end of August to September this year, the whole world will be in total turmoil and the COVID-19 pandemic will reach a new catastrophic level never witnessed so far.  I am merely basing my predictions on a simple in-house modeling and study of the evolution of the SARS-CoV-2 coronavirus and the emergence of second and third generations of the  SARS-CoV-2 variants and also the emergence of reassortant strains.
 
If people are under the illusion that the current vaccines are going to help them, even with the claims that it reduces disease severity, wait till the advent of these second and third generation variants and reassortant strains. Due to massive dollars spend in PR campaigns about the vaccines especially using Israel as an example (These PR campaigns were backed by U.S. interest and U.S. brand vaccine Pfizer with the American government backing Netanyahu for his coming reelections!), people are assuming that the vaccines are doing a great job. In reality, there are far more disturbing data that is emerging about the vaccinations campaigns included death rates, adverse reactions etc. (Simply Google to find them including official sites by the government agencies reporting on these occurrences).
 
What is more disturbing are emerging studies such as one conducted in Israel itself showing that those vaccinated are now more susceptible to some of the current variants than those not vaccinated! https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.04.06.21254882v2
 
But what is most important is that no one is really focusing on the emergence of second and third generation variants and also reassortant variants.
 
The second and third generation variants are those like in the case of the B.1.1.7 variant, where these strains are continuing to evolve and we are discovering new mutations on them. We already have sub-sets of the B.1.1.7 with the E484K mutation on it and also others with more mutations and deletions appearing on them.https://www.biorxiv.org/content/10.1101/2021.04.21.440801v1

Not only are these variants demonstrating more transmissibility, infectivity and escape from neutralizing antibodies but they are also showing signs of causing more health issues and disease severity.
 
Some of these second generation variants have not become prevailing yet but it is only a matter of time. Many researchers are not focusing on them as once detected as originating from the B.1.1.7 lineage, not much is being done to focus on the newer mutations appearing on them!
 
There is a strong assumption by me and more urgent detailed research will prove this hypothesis that in Thailand, we now have at least more than 3 different second generation B.1.1.7 variants emerging and fast spreading around and each manifesting different symptoms and disease sever
The same goes for all the various variants found elsewhere in the world. These very variants are further evolving and some are heading for evolutionary patterns that could change the whole narratives of these current COVID-19 pandemic into something even more catastrophic.
 
If one was to carefully study the various open source genomic databases, we already have the emergence of even the third generation variants; some are short-lived as they are not that strong and potent yet but nevertheless are still evolving to find a better way to survive longer and spread faster.
 
To make things worse, we most probably already have the emergence of reassortant strains with other virus types especially as a result of ‘back zoonotic transmissions’ ie from humans to animals and back to humans again.
 
The mink cases are a good example. (A lot of data on this is being suppressed by the WHO and the U.S.CDC and EMA!) However these reassortant strains might not yet be strongly adapted for longer survival or transmissibility but it is just a matter of time. We could also be having reassortant strains emerging as a result of humans with other virus infections contracting the SARS-CoV-2 virus also. Despite skepticisms of these claims, Chinese researchers are indicating that a few such variants have already emerged but are not yet properly evolved and are not strong enough yet for longer survival and transmissibility but all its takess is just one right mutation or deletion taking place for it to get the right fit.
 
I strongly believe that these second and third generation variants and reassortant strains would be fully adapted and start  becoming dominant in circulating prevalence by August this year based on simple projections.
 
The ‘half baked’ vaccination programmes and the introduction of new polyclonal therapeutics would help accelerate this projection, bringing it much nearer.
 
If health researchers do not focus back on drugs and antivirals instead of vaccines and antibodies, the coming “Death Waves” starting in August or September is going to be catastrophic for the world. There are already certain individuals in NATO already believing in these predictions and making necessary contingencies including stockpiling of necessary drugs, equipments etc.
 

the electric world of the future




Cidades em toda a Europa estão se comprometendo a se tornarem neutras em carbono nos próximos vinte anos e isso significará que essas novas “cidades inteligentes” ou “e-cities” serão muito diferentes do que conhecemos hoje. Pedimos ao especialista em veículos elétricos , Andreas Pfeiffer, para nos mostrar como será o nosso mundo nos próximos vinte anos.

O que vou ver no centro da cidade no futuro?

Imagine uma cidade com muito menos trânsito, ruas tranquilas porque não há barulho de motor, sem poluição do ar porque não há motores queimando combustíveis e muitos lugares de estacionamento gratuitos bem em frente ao seu apartamento. A maioria dos edifícios à sua volta produzirá sua própria energia para aquecimento e resfriamento e para alimentar os veículos elétricos ao seu redor. A movimentação em vários meios de transporte será comum porque os aplicativos inteligentes farão com que seja a maneira mais conveniente de se locomover. 

Quais são as maiores inovações que veremos?

Carros autônomos e o uso crescente desses carros por meio de aplicativos de compartilhamento de viagens farão com que os carros se tornem algo que você usa e não algo que você dirige. Eles serão capazes de se organizar com muito mais eficiência nas estradas, de modo que o tráfego flua mais facilmente e haja menos acidentes. O aumento do comércio eletrônico significará ainda mais entregas de pacotes, mas os drones da airbourne tirarão parte desse tráfego das ruas.

Como os veículos elétricos influenciarão a forma de nossas cidades no futuro?

Os veículos elétricos (EVs) irão reduzir o ruído e as emissões, mas é através da combinação de EVs, compartilhamento de veículos e direção autônoma que veremos os maiores efeitos. O desafio será organizar a cobrança de mercado de massa que manterá os custos de todos baixos. Para fazer isso, as redes conectadas mais inteligentes fornecerão ciclos de recarga inteligentes para a frota de veículos da empresa ou para distritos suburbanos onde a recarga ocorrerá na hora certa de uma forma que funcione para todos.

O que você diria a quem tem dúvidas sobre veículos elétricos?

Primeiro, você tem que fazer um test drive - você vai adorar. Em segundo lugar, os problemas que percebemos sobre os carros elétricos hoje, como até onde eles podem ir e com que frequência precisam ser carregados, irão evaporar na próxima década. Poderemos carregar nossos carros em cinco minutos, eventualmente sem fio, e a tecnologia da bateria significa que podemos ir ainda mais longe. Por último, os veículos totalmente elétricos não emitem nada do CO2 que os carros com motores convencionais emitem e suas baterias podem ser recicladas em mais de 90%, então você está fazendo uma escolha inteligente para o planeta e seu futuro também

Quando o futuro do transporte é elétrico, como a rede lidará com a demanda extra de eletricidade?

É uma grande questão, dada a rapidez com que os fabricantes de automóveis estão mudando para o elétrico. Apenas neste ano, a Volvo anunciou que iria parar de fabricar carros movidos apenas por motores de combustão até 2019 e a Mercedes se comprometeu a fabricar versões elétricas de todos os seus carros até 2022 .

O esforço global para reduzir as emissões de carbono significa que as vendas de carros exclusivamente a diesel e gasolina serão proibidas até 2040 em países como França e Reino Unido.

Pedimos ao especialista em carros elétricos da E.ON, Armin Vielhauer, para explicar como iremos fornecer energia aos nossos carros elétricos - e como a rede funcionará. 

Quando todo mundo tiver um carro elétrico, de onde virá toda essa eletricidade?

Isso virá de você. As pessoas já estão se afastando da rede e gerando sua própria energia em suas casas e empresas. Da energia solar à eólica, os sistemas de autogeração colocarão a energia em suas mãos. Você pode usá-lo para aquecer sua casa e água quente e, claro, para carregar seu carro elétrico. 

O que acontece se eu gerar muita ou pouca energia?

O armazenamento em bateria está aumentando rapidamente, então você pode armazenar o excesso de energia gerado em uma bateria doméstica e até mesmo vendê-la de volta à rede. Se você não gerar energia suficiente, a rede estará lá como um back-up e você sempre pode solicitar energia extra se precisar. 

E se eu não conseguir gerar minha própria energia?

Não se preocupe. Pesquisas acadêmicas recentes prevêem que a maioria das pessoas não carregará seus carros elétricos ao mesmo tempo, o que significa que a rede não sentirá picos de energia tão significativos. Além disso, a E.ON está trabalhando em tarifas flexíveis que recompensam as pessoas por cobrar em horários de baixa demanda, o que significa que a rede será capaz de lidar com isso. 

Se você compra um carro elétrico, está realmente ajudando o meio ambiente? Sim, fornecer a energia usada em todo o processo - desde a construção do carro até a recarga na rua - também tem baixo teor de carbono.

Quão verde é um carro elétrico? Você deve ter ouvido o argumento de que os carros elétricos podem ser tão prejudiciais ao meio ambiente quanto os carros a gasolina ou a diesel. O argumento é que, se um veículo elétrico for construído por meio de um processo de manufatura que consome muita energia, ele pode realmente acabar gerando tanto CO 2 quanto o equivalente a gasolina.

Mas se a energia em cada estágio for gerada usando energia sustentável, os veículos elétricos se tornarão uma alternativa muito mais verde, desde a criação até o fim da vida. Isso porque, para que um veículo seja realmente livre de emissões de CO 2, a energia que o cria e o alimenta também precisa ser verde. Conseguir isso significa ter eficiência energética em todas as fases. 

O que podemos fazer?

Na E.ON, queremos fazer com que a direção elétrica seja totalmente zero carbono. Da energia eólica à solar e bioenergia, estamos comprometidos em expandir os limites das energias renováveis. Estamos constantemente desenvolvendo novas soluções para as necessidades de energia de amanhã.

Dessa forma, podemos trabalhar com fabricantes de veículos elétricos para tornar suas linhas de produção mais verdes. Podemos garantir que os pontos de carregamento, tanto na rua como em casa, sejam mais ecológicos.

Então, quando você deixa as crianças na escola em seu carro elétrico, quando recebe um pacote de uma empresa de entrega que usa uma frota de veículos elétricos, ou quando você visita um ponto de carregamento que usa energia limpa, pode ter certeza de que os veículos elétricos realmente estão cuidando do planeta