quarta-feira, 28 de abril de 2021

A criptomoeda do Brasil, Não vai ser o PesoReal ou outra Sigla especulada na Web . O governo anunciou que, a partir de maio próximo, as trocas de criptomoedas passarão a operar sob um código designado (“6619-3 / 99”). Esse pequeno número a partir de então se referirá à "corretagem e posse de cripto-ativos".


 As startups e entusiastas da criptomoeda no Brasil têm um motivo para comemorar.

 O governo anunciou que, a partir de maio próximo, as trocas de criptomoedas passarão a operar sob um código designado (“6619-3 / 99”). Esse pequeno número a partir de então se referirá à "corretagem e posse de cripto-ativos".

Por que é um grande negócio : essa medida legitima ainda mais o papel que as criptomoedas têm na economia brasileira como um todo. Da mesma forma, valida a circulação desses ativos digitais no país.

Ganha-ganha para o governo e os usuários de criptomoedas?

O que convenceu o governo brasileiro a avançar com essa decisão está relacionado à prevenção de fraudes e lavagem de dinheiro. É assim que funciona.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sedia a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Nessa classificação, todas as atividades econômicas recebem um código. Quando uma empresa se registra sob o governo, eles são marcados com um desses códigos. Dessa forma, as autoridades podem supervisionar qual empresa faz o quê.

Para recapitular o que são as criptomoedas e como funcionam, aqui está um vídeo que cobre o Bitcoin:

E para evitar a lavagem de dinheiro ou fraude por meio de criminosos que “rotulam erroneamente” a si próprios, as autoridades podem controlar melhor onde estão os ativos (digitais ou não).

Até agora, as trocas de criptomoedas usavam códigos que eram a coisa mais próxima em referência à operação de ativos digitais. Mas nada se dirigia a eles diretamente .

É a vida difícil para os criptos no Brasil

Como você deve ter adivinhado, não existe uma estrutura regulatória específica que trate das criptomoedas no Brasil. No máximo, o fisco exige que as criptotrocas divulguem mensalmente os registros das transações processadas em seus sistemas. Isso, ou enfrentar uma multa.

Esses desenvolvimentos explicam ainda mais por que essas notícias de código são uma visão bem-vinda. 

E, no geral, 2020 foi um ano difícil para o intercâmbio de criptografia neste país latino-americano.

Em fevereiro, duas empresas brasileiras de troca de criptografia - Acesso Bitcoin e Latoex - anunciaram que encerrariam suas operações. Então, em março, uma importante bolsa de Bitcoin, a Xdex, anunciou que seria fechada devido ao desafio de trabalhar em um "mercado não regulamentado

domingo, 11 de abril de 2021

COMO CLASSIFICAR OS HARCKERS



Alguns ataques proeminentes, a palavra "hacker" provavelmente apareceu em seu feed de notícias com bastante frequência no ano passado. 

E é provável que apareça muito mais. Os hackers podem visar informações bancárias, números de PIN, senhas - como fizeram com a Target e outros gigantes do varejo - mas também podem causar confusão fechando um site ou serviço amplamente utilizado.

 Existem outros tipos de informações confidenciais que também podem ser visadas: no ano passado, celebridades de Hollywood ja tiveram suas contas  hackeadas e suas fotos nuas foram divulgadas .

e-mails e outros documentos da Sony vazaram, supostamente por hackers da Coréia do Norte. Esses tipos de ataques foram feitos por hackers Porque nem todos os hackers estão lá para a destruição

CHAPEU PRETO é um Harker que invadem para explorar dados, 

CHAPEU BRANCO é um Harker que trabalha para o Bem para tornar os sistemas mais seguros (e ganham dinheiro legalmente)

 CHAPEU CINZA hackers ficam em algum lugar entre os dois. Os que viram noticiário provavelmente serão o chapéu preto.

 Muitos hackers foram acusados ​​de insultar governos, derrubar sites e ganhar milhões para si próprios - antes de serem pego o Hacker Adrian Lamo ganhou reconhecimento ao invadir as redes de computadores do The New York Times, Google, Yahoo! E Microsoft antes de ser preso a 18 anos atras. Ele era conhecido como o "Hacker sem-teto" por causa de seu hábito de usar cafeterias e bibliotecas como seus centros de comando. Seu hacking o pegou quando ele atacou o Times em 2002, obtendo acesso às informações pessoais de pessoas que escreveram para o jornal e adicionando seu nome ao banco de dados de fontes especializadas. Depois de uma investigação de 15 meses pelos promotores, um mandado de prisão foi emitido e Lamo se rendeu na Califórnia. Ele negociou um acordo judicial que lhe deu seis meses de prisão domiciliar e evitou cumprir pena de prisão. Sua vida depois desse ponto não foi bonita. Ele foi acusado de usar uma arma em uma namorada e foi colocado em uma prisão psiquiátrica em um incidente não relacionado e foi diagnosticado com síndrome de Asperger. Mas a maior polêmica de todas é que Lamo foi quem denunciou Chelsea Manning às autoridades dos EUA depois que ela vazou centenas de milhares de documentos governamentais. 

Embora muitos de nós associemos a palavra hacker ao criminoso virtual, essa não é a definição correta. Qualquer pessoa que se dedique intensamente em alguma área específica da computação e descobre utilidades além das previstas nas especificações originais pode ser considerado um hacker.

Uma pessoa se torna um hacker ao descobrir algo especial em um sistema qualquer que antes não parecia possível - não necessariamente uma brecha de segurança. Uma nova forma de editar uma planilha do Excel, navegar na internet utilizando metabuscas que antes não eram conhecidas, assim por diante, são todas especialidades que não existiam e foram descobertas ou criadas por especialistas (ou hackers).

Os meios de comunicação normalmente não diferenciam um hacker em alguma área específica de um criminoso virtual, tratando ambos com o mesmo sentido de ilegalidade. Mas um especialista não é necessariamente um criminoso. Por exemplo, alguém com experiência de programação fora do comum pode tanto criar programas comerciais com alto valor agregado como descobrir uma brecha de segurança em outros programas construídos com ela, sendo mais importante a índole da pessoa do que a sua habilidade técnica.

Em um sentido mais amplo, uma pessoa com conhecimento avançado em áreas fora da informática também pode ser considerada hacker. Engenheiros, marceneiros, mecânicos e até cozinheiros podem descobrir maneiras fora do comum de realizar algo, então também podem ser considerados hackers se formos mais abrangentes

Talvez a primeira imagem que nos venha à cabeça quando pensamos em hackers seja a dos casos relacionados ao vazamento de informações do Wikileaks e às atividades do grupo Anonymous, com invasões de sistemas alheios. Mas será que isso os torna realmente criminosos? Em ambos os casos os grupos utilizaram as suas habilidades com computadores para divulgar mensagens importantes para o mundo.


sábado, 10 de abril de 2021

VENDO SECADOR DE CABELO PROFISSIONAL! É MELHOR CONSERTAR O SEU POR 10% DE UM SECADOR NOVO CONTRATO DE MANUTENÇÃO PREMIADO

 

A FRILA PRO PLATAFORMA DIGITAL DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS E ELETRONICA, LANÇARÁ EM BREVE UM PLANO NACIONAL PARA PROFISSIONAIS CABELEIREIROS UM CONTRATO DE MANUTENÇÃO PREMIADO. ONDE VOCE CONTRATA POR 12 MESES A MANUTENÇÃO DO SEU APARELHO. O. CONTRATO PREVÊ UMA MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA COM TECNICOS PARA ATENDIMENTO EM TODO BRASIL. TODO O DINHEIRO PARA NO DECORRER DO CONTRATO VOCE RECEBE DE VOLTA EM FORMA DE PREMIO UM SECADOR NOVO PROFISSUONAL EQUIVALENTE AO SEU APARELHO E PRATICAMENTE A SUA MANUTENÇÃO DURANTE UM ANO SAI GRAITUITA NO FINAL DO CONTRATO E VOCE AINDA RECEBE O PREMIO EM FORMA DE SECADOR NOVO.

DEIXA O SEU COMENTARIO SE VOCÊ GOSTOU DESSA IDEIA.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

FRILA PRO Plataforma Digital de Geração de emprego e Renda Cadastre-se. e sai da Crise

 



O Mundo Passa por mudanças Adaptação é a palavra-chave para a sobrevivência dos pequenos negócios durante a crise provocada pelo novo coronavírus. Com as medidas de isolamento social tomadas para evitar a transmissão da doença, as empresas precisam aprender a lidar com os consumidores no ambiente virtual,

A vida virtual não é novidade. Antes da pandemia, já estávamos conectados em uma grande rede. Assim como você, seus clientes e seus concorrentes acessavam e-mails diariamente, conversavam com amigos nas redes sociais, visitavam diversos sites, pesquisavam produtos e compravam em lojas virtuais.
Contudo, agora, são esses os canais que vão conectar o seu negócio com o seu público. E para que o relacionamento a distância funcione, é preciso trabalhar a sua atuação no meio virtual.
A sua empresa está preparada para os novos tempos? Vamos descobrir como começar essa nova vida.

A FRILA PRO é um exempro disso Plataforma Digital que Conecta Pessoas sem experiencia Profissional e os qualifica para o mercado de Trabalho, graças as noves Tecnologia reduzimos custo e iniciamos a Fase de Cadastro.

A Plataforma alem desses Serviço tambem vai atuar no mercado como FINTECH Banco Digital

FAVORITAR

terça-feira, 6 de abril de 2021

Humanitarian aid campaign to Combat Hunger and Poverty in Brazil.Partice: Link.https: //gofund.me/18539654 and Make your Donation

https://gofund.me/18539654

Humanitarian aid campaign to Combat Hunger and Poverty in Brazil. through gofund.me the largest platform in the world for fundraising and donations to humanitarian causes Make your donation, for Brazil, which is the country that suffers the most from the economic crisis. thousands of professional Heads of families will lose their jobs to the Pandemic that has worsened in Brazil. There are more than 52,459.00 starving children in Brazil





Link Donation :

https://gofund.me/18539654




Donation ------))> https://gofund.me/18539654

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Autora de Livro escrito em 2013 fez previsão da Pandemia 2020 (Doença Psicossomática)


 

Melissa Tobias ficou surpresa ao acordar na última segunda-feira, 30, com centenas de mensagens em suas redes sociais sobre o livro “A realidade de Madhu”, escrito em 2013 e lançado há seis anos. Mais precisamente sobre a página 183. É que em sua obra de ficção científica existe um trecho, no mínimo, curioso, que "previu" uma pandemia viral que ocorreu em 2020 e matou 3 bilhões de pessoas no planeta Terra por conta de um vírus psicossomático. Premonição? Vidência? Profecia? “Nada disso. Não sou médium nem vidente, não vejo espíritos e não falo com ETs, infezlimente. Adoraria, inclusive”, descarta ela, que sequer se lembrava te ter escrito sobre o assunto: “Foi muito louco porque quando recebi a foto da página do livro no meu celular logo pensei: ‘vou desmentir essa fake news’. Mas quando abri o livro, estava lá. E, juro, eu não recordava. Fui mostrar para o meu marido que também ficou suspreso”.



Melissa, porém, se apressa em dizer que, sim, foi ela mesma que escreveu, mas na época se baseou no estudo da Naturologia e dos escritos de Chico Xavier. “Existia uma profecia do Chico Xavier que diz que 2019 seria o fim de uma Era. Que iríamos atravessar uma espécie de portal. Como estudo Naturologia, e ela tem como um dos pontos falar das doenças que são quase todas psicossomáticas, ou seja, criadas pelo nosso subconsciente, na nossa cabeça, calhou de juntar as peças”, justifica.
Como o livro foi escrito em 2013, Melissa imaginava que 2020 fosse um período de espaço tempo um futuro distante. A história de Madhu, protagonista, surgiu após um sonho. “Sonhei com uma menina que estava no futuro e encontrava um ser híbrido, se apaixonava por um androide e por aí vai. Nem era para virar um livro. Só que quando vi tinha 150 páginas e pensei, por que não?”, recorda ela, que é designer de interiores e foi comissária de voo antes de se jogar nas letras.“Em 2020, quando a Terceira Realidade terminou de envolver todo o planeta Terra, uma pandemia global matou mais de três bilhões de terráqueos. Foi um momento muito caótico que durou dois anos. Foi uma pandemia viral psicossomática que penetrava somente em corpos incompatíveis com a vibração de amor ao próximo. Não havia para onde fugir”.
A sinopse apresenta a história da seguinte maneira: “Nesta ficção científica, Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. Abduzida e confinada na Ala dos híbridos, Madhu terá que descobrir a razão do interesse dos alienígenas por ela. Na busca por essa descoberta, faz amizade com uma híbrida e se apaixona pelo androide Niki. A bordo da colossal nave extraterrestre, Madhu aprenderá importantes lições, superando medos profundamente enraizados”.
Melissa ainda está impactada pela procura por seu livro, esgotado em todas as livrarias do país. Aos 42 anos, ela já não esperava a fama com a escrita. Fã de sci-fi, ela sabe que o nicho para o qual escreve ainda é restrito no Brasil. Mas apesar de dizer que tudo não passa de um faz de conta, ela admite que pode não ter sido por acaso. “Não creio em coincidências. Sou kardecista e creio que existam explicações que vão além da lógica. Quando escrevo, meu estado é quase meditativo. Talvez por isso eu tenha esquecido o que escrevi. Mas não creio que 3 bilhões de pessoas vão morrer. De jeito nenhum. Tem nem cabimento”, avalia.


Mãe de dois filhos, um de 13 e um de 9, Melissa conta que o livro fez sucesso entre os meninos da escola do mais velho em Brasília, onde mora. Originais de outras histórias ela mantém guardados. “Quem sabe mais para a frente não publique outros. Gosto de escrever sobre o futuro”, diz ela, que escreveu outro em que mostrar o tal do futuro após a terceira guerra mundial.

É o Fim do Real no Brasil (Papel Moeda) Anunciado para Dezembro 2020




O banco central anunciou na quarta-feira que lançará uma nova maneira de efetuar pagamentos e transferências no Brasil,usando a tecnologia QR code, disponível para toda a população ainda este ano.
Os usuários do PIX poderão transferir dinheiro 24 horas por dia, sete dias por semana, por celular, internet banking ou através de caixas eletrônicos, entre pessoas, empresas e o governo. João Manoel Pinho de Mello, Diretor de Organização para o Sistema Financeiro, a Resolução do banco central, apresentou a nova plataforma de pagamentos, mostrando casos de uso em que os consumidores podem usar para pagar cafés, fazer transferências e doar para empresas de ônibus, além de pagar contas de energia elétrica e impostos. O PIX também visa facilitar a realização de transações, digitalizando códigos QR e usando identificação como números de telefone e e-mail e números de identificação nacional CPF e CNPJ.
 Os dados, chamados de 'chaves', permitirão os pagamentos, que são creditados instantaneamente.
 Em um comunicado, o banco central afirmou: “A existência de uma marca única é essencial para que os usuários (pagadores e destinatários) identifiquem claramente essa nova maneira de efetuar pagamentos e transferências.
A identidade visual facilitará o entendimento e a adoção da ferramenta. ” “O PIX, definido em um ambiente aberto, competitivo e seguro, pode dar suporte ao processo de pagamentos digitais e eletrônicos, aumentar a eficiência no mercado de pagamentos de varejo e facilitar o desenvolvimento de soluções focadas na experiência do cliente.
O” conceito de dinheiro é bem antigo, inventado há cerca de 3 mil anos, com o objetivo de simplificar e agilizar transações comerciais que antes eram realizadas provavelmente por meio de escambo (troca de Produtos ou Serviços) por exemplo: troco uma ovelha por três sacos de trigo. Ao longo dos séculos, o dinheiro evoluiu e adquiriu diversas formas, como peles de animais, sal, armas, metais preciosos, papel-moeda e bytes; entretanto, as funções básicas não mudaram muito desde a sua concepção: unidade de medida (referência) do valor de bens e serviços: é mais fácil avaliar se um smartphone está caro ou barato quando seu preço é expresso em reais, uma referência bem conhecida por todos, do que em sacos de trigo ou quantidade de ovelhas; reserva de valor: podemos armazenar o dinheiro que ganhamos hoje, de preferência em um banco ou fintech, para compras no futuro; meio de troca: permite que pessoas e empresas possam adquirir aquilo de que precisam ou desejam. Para que seja um mecanismo eficiente, é essencial que as pessoas acreditem que poderão utilizá-lo para comprar bens ou serviços sempre que quiserem.
 É interessante observar que a forma do dinheiro também influencia esse nível de confiança e, consequentemente, a sua adesão.
 No Brasil, por exemplo, usar o dinheiro em espécie ainda é bastante comum, mesmo em regiões que têm infraestrutura adequada de telecomunicação para utilização de meios eletrônicos de pagamento, como cartões de crédito e débito, QR code e mobile banking. A confiança no dinheiro de papel moeda ainda tem uma parcela pequena da população prefere utilizar o papel-moeda; pois não confia ou não conhece alternativas a ele.
 Em outras palavras, tem receio de deixar a cargo de um banco ou fintech a custódia do que economizou, por medo de não conseguir utilizar o dinheiro devido a problemas técnicos, de não saber o que fazer para proteger os seus recursos financeiros caso o cartão ou celular seja roubado etc. A tendência global de digitalização de diversas indústrias, incluindo o mercado financeiro, a recente abertura à concorrência proporcionada pelo Banco Central e a grande abrangência de uso dos smartphones certamente são fatores que contribuem para a redução da quantidade de transações com dinheiro físico.
Entretanto, ainda faltam alguns catalisadores para acelerar essa mudança cultural — ou, melhor dizendo, talvez não faltem mais. usamos o coronavírus, como esse Catalisador; quando criou_se a crise causada pela covid-19 . isolamos as pessoa en suas casas para alterar profundamente rotinas e hábitos, incluindo a forma como as pessoas realizam transações financeiras.
Como não é recomendável ir a uma agência bancária ou lotérica para pagar contas, dado o risco de contágio, muitos estão começando a utilizar os canais digitais de bancos e fintechs.
 Recentemente, um dos maiores bancos do país reportou aumento de mais de 1,5 milhão de usuários no seu aplicativo de mobile banking.
Depois que os correntistas se habituarem com o uso e ganharem confiança nesses canais, é difícil imaginar que voltem a frequentar agências físicas.
Pagamentos por aproximação, baseados em tecnologia QR code, representam uma alternativa bem mais segura do que a circulação de um pedaço de papel entre várias pessoas. Nesse aspecto, a nova rede de pagamentos PIX (Pagamentos Instantâneos), projeto do Banco Central que entrará em funcionamento em novembro de 2020, irá impulsionar o uso dessa tecnologia, permitindo a padronização e interoperabilidade do QR code. Em um celular com o aplicativo compatível com o PIX, seremos capazes de pagar e transferir dinheiro para contas de pessoas e empresas de forma instantânea e com um custo extremamente baixo. PIX também contempla a padronização de QR code que pode ser gerado de forma offline pelo pagador, permitindo que o consumidor realize transações sem conexão com a internet. Além disso, o projeto PIX contempla a padronização de um QR code que pode ser gerado de forma offline, permitindo que o consumidor realize a transação mesmo que o seu celular esteja sem conexão com a internet.
Tal recurso é importante porque nem todas as regiões do país têm uma boa infraestrutura de comunicação móvel, e muitos brasileiros têm planos pré-pagos de dados (ou nem têm planos de dados).
 O processo de digitalização do dinheiro traz uma série de benefícios para a economia, como redução de custos associados à fabricação, armazenagem e transporte de papel-moeda, e entraves para quem utiliza numerário para camuflar atividades ilícitas. Quem sabe, a pandemia e o PIX representam o empurrão que faltava para desencadear o fim do dinheiro físico no Brasil.